Terapia e sono: o que a psicologia trabalha

Dificuldades de sono aparecem com frequência na clínica, quase sempre entrelaçadas com outra coisa: preocupação, sobrecarga, hábitos, humor. A psicologia trabalha o que sustenta a insônia, não o sono como sintoma isolado.

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O que costuma alimentar a insônia

Um padrão frequente: quanto mais a pessoa se esforça para dormir, mais desperta fica — e o esforço vira parte do problema. Outro: a única hora silenciosa do dia acaba sendo a hora em que tudo o que foi adiado aparece.

Rotina, uso de telas, cafeína e horários entram na conversa, mas raramente explicam sozinhos um quadro que já se instalou.

Onde o psicólogo não vai

Investigação de causas clínicas do sono — apneia, distúrbios neurológicos, efeitos de medicação — é do campo médico. Um bom acompanhamento inclui reconhecer isso e sugerir a avaliação adequada.

Perguntas frequentes

Isso não é caso de médico?
Pode ser, e frequentemente é dos dois. Se houver suspeita de causa clínica, a avaliação médica é o caminho — os acompanhamentos não competem entre si.

Este texto é informativo e não substitui avaliação profissional. O IAURA divulga perfis: quem atende, avalia e é responsável pelo serviço é o psicólogo. Os rótulos desta página são declarados pelo profissional, não verificados pelo IAURA.

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